• Na Medicina Chinesa, a epilepsia é compreendida como uma desordem complexa que envolve a interação entre fatores patogênicos internos, deficiência de substâncias fundamentais e perturbação da mente. As crises convulsivas não são vistas como o problema em si, mas como manifestações agudas de um desequilíbrio mais profundo, geralmente relacionado a vento interno, mucosidade e Qi rebelde. Este artigo aprofunda a compreensão dos principais mecanismos patológicos envolvidos na epilepsia segundo a Medicina Chinesa, destacando a importância de tratar não apenas as crises, mas a raiz do mecanismo patológico.