Embora extremamente eficaz, a acupuntura nem sempre é suficiente como tratamento isolado. Em quadros que envolvem deficiência, fatores mantenedores ou causas externas persistentes, é necessário associar outras estratégias da Medicina Chinesa, como dietoterapia, fitoterapia e mudanças de estilo de vida. Reconhecer esses limites é parte essencial do raciocínio clínico avançado.
A acupuntura não é um tratamento padronizado, imediato ou baseado em crenças. Ela não atua apenas sobre sintomas isolados, não depende exclusivamente das agulhas e não funciona de forma desvinculada do paciente e de seus hábitos. Compreender esses limites é fundamental para uma prática clínica responsável, eficaz e coerente com os princípios da Medicina Chinesa.

