• Medicina Chinesa e Medicina Tradicional Chinesa não são termos idênticos. A Medicina Chinesa refere-se ao desenvolvimento histórico milenar desse sistema médico, enquanto a Medicina Tradicional Chinesa surge no século XX como uma compilação organizada desse conhecimento, estruturada para ensino formal e difusão internacional. Entender essa distinção é fundamental para uma formação sólida e contextualizada.

  • A fadiga é uma das queixas mais frequentes na prática clínica da Medicina Chinesa. No entanto, nem todo cansaço é patológico. A vida moderna impõe ritmos intensos que, por si só, justificam sensação de exaustão. Este artigo discute a importância de diferenciar fadiga funcional da fadiga associada a desequilíbrios e apresenta as principais síndromes da Medicina Chinesa relacionadas ao cansaço crônico, com seus mecanismos e princípios de tratamento.

  • A sequela do acidente vascular cerebral (AVC) isquêmico é uma das principais causas de perda funcional, incapacidade motora e redução da qualidade de vida em adultos e idosos. Um estudo publicado em setembro de 2021 comparou o tratamento convencional com aspirina ao tratamento baseado na Medicina Chinesa — acupuntura associada à fitoterapia — com foco na dissolução da estase de Sangue. Os resultados demonstraram superioridade clínica do grupo tratado com Medicina Chinesa em parâmetros funcionais, laboratoriais e de qualidade de vida, reforçando o papel dessa racionalidade médica no manejo das sequelas neurológicas.

  • Um estudo italiano publicado em 2021 avaliou os efeitos da acupuntura no alívio da dor em pacientes com fibromialgia severa, analisando os resultados de forma inédita: por regiões específicas do corpo. Após oito sessões semanais, todos os participantes apresentaram melhora significativa da dor, fadiga e sono. Os dados reforçam a eficácia clínica da acupuntura e contribuem para uma compreensão mais refinada de seus efeitos em diferentes áreas corporais.