Na Medicina Chinesa, a epilepsia é compreendida como uma desordem complexa que envolve a interação entre fatores patogênicos internos, deficiência de substâncias fundamentais e perturbação da mente. As crises convulsivas não são vistas como o problema em si, mas como manifestações agudas de um desequilíbrio mais profundo, geralmente relacionado a vento interno, mucosidade e Qi rebelde. Este artigo aprofunda a compreensão dos principais mecanismos patológicos envolvidos na epilepsia segundo a Medicina Chinesa, destacando a importância de tratar não apenas as crises, mas a raiz do mecanismo patológico.
Azia (pirose) e refluxo gastroesofágico são queixas muito frequentes no consultório e, na Medicina Chinesa, não se resumem a “Estômago com problema”. O eixo do quadro é simples: o Qi do Estômago deveria descer, mas passa a estagnar e subir (Qi rebelde). A partir desse movimento invertido, surgem queimação, regurgitação ácida, náuseas, distensão e até tosse. Neste artigo, você vai entender como a Medicina Chinesa organiza esse raciocínio, quais órgãos e vasos extraordinários podem participar (Baço, Fígado, Pulmão, Rim e Chong Mai) e como diferenciar os padrões mais comuns na prática clínica.

